Tecnologia de filtração e eletrólise
Primeiro, a água passa por um sistema filtrante. Depois, entra em uma câmara com eletrodos de titânio revestidos de platina, na qual a eletrólise permite a separação de correntes de água com diferentes características.
As especificações variam por modelo. Por exemplo, o LeveLuk K8 tem oito placas e o SD501DX tem sete, conforme informações publicadas pela Enagic Brasil.
A ionização não deve ser apresentada como substituta de tratamentos de saúde, e alegações médicas devem ser evitadas.
Como a água comum se transforma em Água Kangen?
Primeiro, a água é filtrada.
O filtro interno de alta qualidade atua na redução do cloro, de sabores e odores desagradáveis, além da retenção de sedimentos, para produzir água filtrada.
A referência ilustrativa menciona partículas na faixa de 5 micrômetros. A capacidade de retenção e as características do refil devem ser confirmadas nas especificações de cada modelo.
Depois, acontece a eletrólise.
A água filtrada passa por uma câmara com placas e membranas que permitem a separação de correntes com características ácidas e alcalinas. Nesse processo, há participação de íons como H⁺ (hidrogênio) e OH⁻ (hidróxido).
Próximo ao cátodo (eletrodo negativo), moléculas de água recebem elétrons, formando hidrogênio molecular (H₂) e íons hidróxido (OH⁻). Isso favorece condições mais alcalinas nessa região.
No ânodo (eletrodo positivo), reações de oxidação podem formar oxigênio (O₂) e íons hidrogênio (H⁺), favorecendo a acidez. As duas correntes seguem por saídas distintas, conforme a configuração da máquina.
Ilustrações conceituais. Configuração interna, eficiência de filtração e características da água variam conforme o modelo e as condições de utilização.
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